Conteúdo que transforma.

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As marcas enfrentam o desafio de estar presentes em diversos canais Mas não basta estar presente. É necessário uma integração entre esses meios e uma função clara e objetiva da marca se fazer presente. Uma pesquisa da Salesforce mostra que um usuário leva de 6 a 8 pontos de contato com uma marca antes de efetivar uma compra. Dessa maneira, as marcas precisam abranger um amplo espectro de canais online e até os offline para que suas estratégias de marketing convertam em vendas. Na prática os consumidores já são multicanal, no entanto, são poucas as marcas que conseguem organizar sua comunicação em

“Nunca deixe a verdade estragar uma boa história”. Sempre cito essa frase quando estou relembrando algumas memórias. Quem me conhece sabe que gosto de exagerar aqui ou acolá. Em uma dessas histórias, falo de Paulo André, meu amigo que queimou a largada na final dos 50 metros peito, em um campeonato que participamos em Natal, e foi eliminado no momento mais importante da competição. Digo que as arquibancadas estavam lotadas de pessoas gritando o nome dele, torcendo pelo seu sucesso, e o que viram foi muito decepcionante. Todos caem na gargalhada. Mas o que aconteceu de verdade é bem sem

Desde nova as minhas preferências foram por coisas ditas “masculinas”, como carro e futebol, por exemplo. Sempre me interessei por esses universos que são dominados por meninos, e que na maioria das vezes, não aceitam que intrusas ingressem neles. Mas, como sou teimosa, não deixei de me interessar e de fazer parte desse mundo apenas por ser mulher. Sempre que entrava numa discussão sobre futebol, por exemplo, ouvia comentários: “caraca, mas você conhece mesmo de futebol, né?”, mas nunca ouvi esse comentário quando era um homem que falava sobre o assunto. A vida foi passando e ingressei no mercado de trabalho. No

Um dia, eu estava folheando a revista W.I.T.C.H. com minhas amigas vizinhas, lá no início dos anos 2000. Éramos crianças de 10 ou 11 anos, lendo sobre as cinco bruxinhas adolescentes, personagens de uma revista super famosa entre a criançada da época. Para minha surpresa (e alegria), entre elas, estava Taranee: uma personagem negra e muito determinada. Usar óculos também foi uma grata coincidência – e, finalmente, eu poderia escolher uma personagem que se parecia comigo, nas brincadeiras com as amigas. Não há como negar: a representatividade negra na cultura pop e publicidade não é significativa até os anos 2010. Eu fui

Quando Thaisa me pediu para escrever sobre o tema “quando ser mulher foi uma questão na sua vida profissional”, concordamos que seria legal eu trazer o conteúdo sob a ótica de mulher e lésbica. Afinal, são dois grupos minorizados. Qual a influência disso no meu eu profissional? Falando como mulher, e apenas como mulher, sobram casos de manterrupting (quando um homem interrompe constante uma mulher, de maneira desnecessária), mansplaining (quando um homem explica algo óbvio a uma mulher, de forma didática, como se ela não fosse capaz de entender) e bropriating (quando um homem se apropria da mesma ideia já expressa