Conteúdo que transforma.

abril 2019

As marcas enfrentam o desafio de estar presentes em diversos canais Mas não basta estar presente. É necessário uma integração entre esses meios e uma função clara e objetiva da marca se fazer presente. Uma pesquisa da Salesforce mostra que um usuário leva de 6 a 8 pontos de contato com uma marca antes de efetivar uma compra. Dessa maneira, as marcas precisam abranger um amplo espectro de canais online e até os offline para que suas estratégias de marketing convertam em vendas. Na prática os consumidores já são multicanal, no entanto, são poucas as marcas que conseguem organizar sua comunicação em vários canais de maneira eficaz, sem ser inconveniente pecando pelo excesso ou passando vergonha por estar falando algo que não condiz com sua imagem só para aproveitar o último meme do momento. Os resultados das campanhas de marketing ficam comprometidos quando os profissionais precisam gerenciar diversas plataformas e ferramentas ao mesmo tempo e de maneira descentralizada. A melhor forma de organizar e controlar uma campanha de vários canais é integrar as operações em um grupo sólido, para que o planejamento da campanha seja seguido ao máximo em um fluxo ágil de trabalho, simplificando a execução e permitindo a análise dos resultados

“Nunca deixe a verdade estragar uma boa história”. Sempre cito essa frase quando estou relembrando algumas memórias. Quem me conhece sabe que gosto de exagerar aqui ou acolá. Em uma dessas histórias, falo de Paulo André, meu amigo que queimou a largada na final dos 50 metros peito, em um campeonato que participamos em Natal, e foi eliminado no momento mais importante da competição. Digo que as arquibancadas estavam lotadas de pessoas gritando o nome dele, torcendo pelo seu sucesso, e o que viram foi muito decepcionante. Todos caem na gargalhada. Mas o que aconteceu de verdade é bem sem graça. Deviam ter umas 16 pessoas assistindo a prova. Ninguém ligou para o resultado. Ninguém se conhecia. Todos foram embora e viveram suas vidas. Mas essa distorção da realidade é apenas uma ferramenta. No caso, para gerar boas risadas. Eu não estou tentado vender um produto pra ninguém. Ou serviço. É aí que o terreno muda. As marcas adoram fazer analogias absurdas para incrementar o storytelling de determinada campanha. Sereias e pôneis malditos brotam em comerciais com a única ideia de seduzir o público, de atrair interesse. E tudo bem, é muito bem-vindo. Mas esses recursos não podem atravessar uma linha que